Palestra de Rosi Gonçalves - O Dever


No dia 11/03 Rosi Gonçalves do CE Celeiro de Luz de Sombrio foi a palestrante do CE Allan Kardec de Balneário Gaivota e abordou o tema "O Dever", a partir da mensagem do Espírito Lázaro que se encontra no capítulo 17 do Evangelho Segundo o Espiritismo.

O Espírito Lázaro assim inicia sua mensagem “O dever é a obrigação moral, primeiro para consigo mesmo, e depois, para com os outros. O dever é a lei da vida: encontramo-lo nos mínimos detalhes, como nos atos mais elevados. Quero falar aqui somente do dever moral, e não do que se refere às profissões.”

Esclareceu Rosi Gonçalves que o dever não é o mesmo para todos, varia segundo a condição espiritual de cada um. Quanto mais inteligente e mais conhecimentos tem o homem, aumentam em profundidade, seus deveres para consigo próprio, para com os outros e para com Deus, pois “o dever nasce dela (da razão), como o filho nasce da mãe.”

Existe, para o homem, Espírito encarnado, ainda em processo de desenvolvimento, uma grande dificuldade de cumprir seus deveres em relação aos sentimentos, devido a sua imperfeição, que o impele aos interesses materiais, às suas paixões, ao seu egoísmo, ao orgulho.

Rosi citou situações do dia a dia em que o dever nos obriga a devolver o troco recebido errado, acabar com a fofoca, não dirigir alcoolizado que a Lei do trabalho é impulsionada pelo dever.

Em cada criatura a luta é interna, entregue ao seu livre-arbítrio, sob o aguilhão da consciência, que o adverte e sustenta, mas à qual, ele, geralmente, se faz surdo. Suas vitórias e suas derrotas não são percebidas por seus companheiros de jornada terrena, não havendo por parte deles, aplauso ou repressão.

Mas, é através dessa luta que o Espírito faz a sua transformação moral, cujos resultados práticos e constantes demoram, muitas vezes a aparecerem nas suas atitudes e comportamentos.

Encerrou Rosi Gonçalves afirmando que cada espírito sofre influências externas, terrenas e espirituais, mas, a luta entre o dever moral e as tentações que traz dentro de si, pela sua própria imperfeição, é uma batalha solitária, só sua.   

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